Criança matriculada em escola pública, privada ou paroquial do Colorado, do jardim de infância ao 12.º ano, precisa estar vacinada contra determinadas doenças, a menos que haja isenção registrada na própria escola, segundo o Departamento de Saúde Pública e Meio Ambiente do Colorado (CDPHE).
O que o Colorado exige
Criança de 4 a 6 anos precisa ter a dose final de DTaP, IPV, MMR e varicela antes da entrada no jardim de infância. Do 6º ao 12º ano, é exigida uma dose de reforço de Tdap. O número e o momento exato de cada dose seguem o cronograma da regra 6 CCR 1009-2 da Diretoria de Saúde do Colorado — e o estado permite isenção tanto por motivo médico quanto por outro motivo não-médico, segundo o CDPHE.
O que Washington exige
Washington exige comprovação de imunidade contra onze doenças antes de a criança começar a escola, pré-escola ou creche: catapora, difteria, rubéola, Haemophilus influenzae tipo b (até os 5 anos), hepatite B, sarampo, caxumba, doença pneumocócica (até os 5 anos), poliomielite, tétano e coqueluche, segundo o Departamento de Saúde de Washington, seguindo o calendário de imunização recomendado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).
Isenção tem limite em Washington.
Washington permite isenção médica, religiosa ou pessoal/filosófica por meio de um Certificado de Isenção — mas a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (MMR) não pode ser isentada por motivo pessoal ou filosófico, apenas médico ou religioso, segundo o próprio Departamento de Saúde do estado.
O que acontece se a vacina não estiver em dia?
Em Washington, a lei obriga a escola a impedir a presença da criança que não cumprir a exigência, embora o estudante possa frequentar temporariamente em "status condicional" enquanto completa o esquema vacinal — com prazo de 30 dias para comprovar cada nova dose, sob risco de ser afastado da escola, segundo o Departamento de Saúde do estado.
O que a família deve fazer agora?
Para quem tem filho prestes a entrar ou voltar à escola no Colorado ou em Washington, vale reunir a carteira de vacinação com antecedência e confirmar com a própria escola quais doses estão pendentes — principalmente famílias que chegaram recentemente aos Estados Unidos e ainda não têm o histórico de vacinação da criança traduzido ou registrado no sistema local de saúde.
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