A partir de 1º de fevereiro de 2026, o viajante sem Real ID ou outra identificação aprovada vai pagar taxa de US$ 45 para passar pela segurança de aeroporto americano em voo doméstico — a chamada taxa TSA ConfirmID, segundo a ABC News.
Verificação online antes do check-in.
Quem não tiver identificação compatível precisa completar uma verificação de identidade on-line pelo site da TSA antes de passar pela área de segurança — processo que costuma levar entre 10 e 15 minutos, mas pode chegar a 30 minutos ou mais, segundo a própria TSA, citada pela ABC News.
Comprovante vale só por 10 dias.
O comprovante de verificação gerado pela ConfirmID vale só por 10 dias — depois desse prazo, o viajante precisa repetir todo o processo e pagar a taxa de novo, a cada nova passagem pelo aeroporto sem identificação compatível, segundo a SheBuysTravel.
Taxa não é reembolsada.
A taxa de US$ 45 não é reembolsada, mesmo se a verificação falhar e o viajante acabar impedido de embarcar, segundo a SheBuysTravel.
94% dos passageiros já têm identificação compatível.
Segundo a própria TSA, 94% dos passageiros já chegam ao aeroporto com Real ID ou outra forma de identificação aceita — o que significa que só uma pequena minoria deve realmente pagar a nova taxa, segundo a SheBuysTravel.
Como evitar a taxa?
Para evitar a cobrança, o viajante pode tirar a própria Real ID no departamento de trânsito do estado, apresentando prova de identidade, de residência e de presença legal no país — procure a estrela no canto superior direito da carteira de motorista para confirmar que o documento já é compatível. Passaporte americano válido, cartão do programa Global Entry ou identificação digital de empresa como Clear, Apple ou Google também são aceitos no lugar da Real ID, segundo a SheBuysTravel.
Fiscalização plena já começou em maio de 2025.
A fiscalização plena da Lei Real ID entrou em vigor em 7 de maio de 2025 — mas alguns aeroportos seguiram aceitando outro tipo de identificação depois dessa data, prática que muda agora, a partir de 1.º de fevereiro de 2026, segundo a ABC News.
Recomendação: chegar com mais antecedência.
A TSA recomenda que o viajante sem identificação compatível chegue ao aeroporto com bem mais antecedência do que o normal, já que a verificação extra pode atrasar de forma significativa a própria passagem pela segurança, segundo a ABC News.
Por que isso importa para o brasileiro nos EUA?
Para o brasileiro que mora nos Estados Unidos e ainda não tirou a própria Real ID, vale procurar o DMV do estado o quanto antes para evitar tanto a taxa de US$ 45 quanto o atraso extra na segurança do aeroporto — a mudança vale para voo doméstico a partir de 1º de fevereiro de 2026.
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