O presidente Donald Trump declarou, na Truth Social, que os Estados Unidos vão "bombardear e destruir UMA PONTE OU USINA DE ENERGIA" no Irã a cada vez que o país atirar contra navio no Estreito de Ormuz, segundo a Forbes.
Ameaça específica
"A partir deste momento, toda vez que a República Islâmica do Irã atirar contra um navio no Estreito de Ormuz, seja por míssil, foguete, drone ou qualquer outro dispositivo ou arma, os Estados Unidos vão bombardear e destruir UMA PONTE OU USINA DE ENERGIA", escreveu Trump, citando possível alvo "localizado perto ou dentro da capital, Teerã", segundo a Forbes.
18 militares americanos já morreram
O conflito já matou 18 militar americano ao todo. Quatro corpo estava sendo transferido pela base aérea de Dover no momento do anúncio, incluindo dois soldados mortos em ataque iraniano recente na Jordânia, segundo o Washington Times.
Décimo primeiro ataque americano completo
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) já completou a décima primeira rodada de ataque contra alvo iraniano, enquanto o Irã já atacou mais de 30 navio comercial nos últimos três meses, segundo o Washington Times.
Pentágono pede mais US$ 67 bilhões
O Pentágono está pedindo US$ 67 bilhões em recurso adicional para sustentar a guerra, que já custou US$ 37,5 bilhões ao todo até agora, segundo a Forbes.
Irã violou acordo de junho, segundo os EUA
O Irã se recusou a permitir livre trânsito pelo Estreito de Ormuz, violando memorando de entendimento assinado em junho — desacordo sobre o controle do estreito segue travando qualquer nova negociação entre os dois países, segundo a Forbes.
Sem sinal de resolução
O conflito segue sem resolução clara à vista, com ameaça e contra-ameaça se acumulando entre Washington e Teerã nas últimas semanas, segundo a Forbes.
Por que isso importa para o brasileiro nos EUA
Para o brasileiro que acompanha o conflito e já sente o impacto no preço do combustível, a nova ameaça de Trump contra infraestrutura iraniana sinaliza risco real de escalada ainda maior — cenário que tende a manter o preço do petróleo pressionado e a incerteza geopolítica em alta nas próximas semanas.
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