O Brasil venceu a Alemanha por 6 a 4 na partida decisiva da fase de qualificação em Tucson, no Arizona, em março de 2025, garantindo a última vaga disponível no Clássico Mundial de Beisebol de 2026, segundo a Wikipedia. O torneio de qualificação, disputado no chamado Pool B, também teve Colômbia e China como adversárias do Brasil.
Um retorno depois de mais de uma década
A classificação marca o retorno do Brasil ao torneio principal pela primeira vez desde 2013 — a segunda participação do país na história da competição, segundo o Tucson.com. Na estreia de 2013, o Brasil chegou a ter vantagem de 3 a 2 contra o Japão até o oitavo turno, antes de sucumbir num dos quase-upsets mais lembrados daquela edição.
Uma vitória disputada até o fim
Contra a Alemanha, o jogo seguiu equilibrado até o fim: os alemães marcaram duas vezes no sétimo turno para encostar no placar, e no nono turno colocaram o corredor do empate na base após rebatida de Schmidt — mas o brasileiro Brenk forçou um duplo lance que encerrou a partida e deu início à comemoração da equipe brasileira em campo, segundo o World Baseball Network.
O que os jogadores disseram
"Estou muito orgulhoso e feliz pelos meus companheiros de equipe. Sempre quis jogar pelo Brasil. Entramos em campo e conseguimos", disse o jardineiro direito Lucas Ramirez, que terminou o jogo decisivo com dois rebatimentos em quatro tentativas e uma corrida impulsionada, segundo o Tucson.com. Já o terceira-base Leonard Reginatto destacou o significado mais amplo da conquista: "isso pode mudar o beisebol lá no Brasil. Tivemos muita gente assistindo e torcendo por nós".
Um esporte que ainda busca espaço no Brasil
A fala de Reginatto toca num ponto real: o beisebol historicamente luta para ganhar espaço no Brasil, país onde o futebol domina amplamente a atenção esportiva. Para ele, a repercussão da classificação para o torneio de 2026 pode ajudar a mudar esse cenário aos poucos.
Um Brasil com sangue misto no time
A equipe brasileira reúne jogadores com raízes familiares variadas, incluindo o primeira-base Dante Bichette Jr., que liderou o ataque na partida decisiva contra a Alemanha com três rebatimentos e duas corridas impulsionadas, segundo o Tucson.com.
Um motivo a mais de orgulho para o brasileiro nos EUA
Para o brasileiro que mora nos Estados Unidos e acompanha o esporte, a classificação do Brasil ao Clássico Mundial de Beisebol de 2026 é mais uma chance de torcer pela seleção nacional num esporte diferente do futebol — com o país voltando à cena internacional do beisebol depois de mais de dez anos de ausência do torneio principal.
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